Diz o Gil que eu gosto de “bater” durante os meus textos, então vou fazer mais um post daqueles que costuma ter o objectivo de “cascar” em alguém que se sinta à vontade para enfiar a carapuça.
Ao contrário do que alguns ignorantes e incoerentes dizem, aqueles que praticamente dizem que não podem ver a Microsoft à frente mas usam o Windows (!), a empresa americana não bloqueou o seu serviço MSN em certos países porque lhe apeteceu ou porque esses mesmos países não gostam dos USA. Trata-se de uma medida da Política anti-terrorismo dos Estados Unidos.
Muita gente se estará a perguntar como é que um terrorista vai usar uma ferramenta tão simples e tão fácil de espionar para combinar actos terroristas? Só um estúpido pensaria em fazer isso! Mas mais uma vez esta é para os ignorantes que ainda ironizaram com isso! Eu passo a explicar e corrijam-me se estiver enganado: é precisamente aí que está o problema, a falta de segurança do MSN, mais por descuido e por vezes de ignorância por parte das pessoas que clicam em tudo que é link, o MSN tem proliferado como ferramenta para distribuição de vírus e spywares, logo num país com intenção de espionar os Estados Unidos, um simples utilizador (disfarçado) do Messenger pode perfeitamente usar a aplicação para conseguir entrar em computadores ou redes de outros países, incluindo em computadores dos próprios EUA.
Julgo que é fácil de perceber que se trata de uma, apertada confesso, medida de segurança por parte dos Estados Unidos e essa ordem veio das mais altas autoridades dos serviços de segurança do país agora governado pelo “Justiceiro” Obama e não foi certamente ideia da Microsoft.
Mas para vos elucidar melhor sobre este assunto, cito um outro exemplo desta vez conseguido por uma empresa de segurança em ligações P2P:
«A Tiversa, uma empresa de segurança especializada em tecnologia peer-to-peer, estava fazendo suas rondas habituais quando deu de cara com as informações, em um servidor iraniano. Traçando a origem, identificaram uma empresa prestadora de serviços do Departamento de Defesa, em Maryland. Um funcionário da empresa baixou um programa P2P (não-identificado) e como a maioria dos usuários, não se preocupou em configurar corretamente os diretórios compartilhados. Com isso todo o computador foi indexado e tornado público. Incluindo as informações sigilosas.
Não há acusações de espionagem, o que mostra que o Departamento de Defesa acredita na máxima “nunca atribua à malícia o que pode ser explicado pela estupidez”.»
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