A política nacional tem andado numa autêntica troca de galhardetes, ou de insultos como alguns já lhe chamaram, causando um ambiente de crispação entre as personalidades que gerem os destinos deste país.

No mandato passado, o Primeiro-ministro José Sócrates foi alvo de várias críticas mas o seu governo sempre teve mão firme nas suas (certas ou não) tomadas de decisão, com uma grande ajuda da sua maioria absoluta, coisa que agora não tem. Não tendo essa maioria a acção do actual executivo não tem sido fácil. Uma constante troca de palavras e, chamo-lhe eu, mais parecem birras de vingança, os partidos da oposição não se cansam de criar dificuldades a José Sócrates em todas as frentes. Não creio que seja este o ambiente que mais parece uma crise política, a melhor forma de governar Portugal e continuar o combate à crise económica.

E enquanto as mais altas (e bem pagas) figuras de estado deste país cumprem o seu papel (definam-no os caríssimos leitores como entenderem), são outras as pessoas e entidades que vão fazendo alguma coisa de útil pela sociedade. Por exemplo:

  • Campanha “Causa Maiorrende 300 mil euros para idosos – RTP Notícias;
  • Tony Carreira canta e Encanta em espectáculo de solidariedade;
  • A missão sorriso com a Leopoldina e a sua Ordem das Asas continua a angariar apoios, não encontrei valores relativos a esta iniciativa que em 2007 rendeu 800 mil EUR;
  • Outras iniciativas idênticas existirão certamente, apenas referi estas como exemplo.

Valha-nos neste país ao menos a boa vontade das pessoas que dele fazem parte, que amam o seu país, que na altura de ajudar alguém mostram que não ficam indiferentes. Parabéns a todos os que puderam contribuir para este tipo de causas.

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Encontro com o casal Galvão / Markl

Este artigo inaugura uma nova rubrica aqui no blogue e à qual pretendo dar continuidade na medida proporcional minha inspiração. Aqui fica a primeira:

Um fã encontra o casal Nuno Markl e Ana Galvão que descontraidamente tomam uma bebida num conhecido estabelecimento em Lisboa.

A determinada altura são interpelados por um homem de máquina fotográfica em punho que, abordando o casal pelo lado da mesa onde estava sentado Nuno Markl, mesmo em frente à sua “musa”, lhes dá os bons dias e pergunta: dá-me licença que eu registe uma foto da sua nobre dama?

Nuno pensa rápido e imediatamente pergunta:

- Qual o destino que pretende dar à fotografia? – Questão que o “fotógrafo” logo responde como se tivesse o texto preparado por um guionista das Produções Fictícias:

– Certamente que não a conseguirei vender pois nenhum jornal ou revista teria dinheiro suficiente para pagar uma fotografia da senhora “Galvão Markl”, será apenas um registo para uso pessoal.

Nuno por entre um sorriso, embora desconfiado, teve a necessidade de retirar do bolso um lenço de papel, pois sentiu a sua barba ser abundantemente regada depois de ter escutado aquelas palavras.

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É bom lembrar que em todos os simpáticos e felizes anos em que tive o prazer de conviver com colegas de curso, a nova lei do tabaco ainda não existia. Toda a opção que eu tomei ou pudesse ter tomado, de forma a não incomodar os outros com o meu fumo, era ou seria por mero civismo e preocupação com os demais.

Chegaram mesmo a acontecer casos em que, por muito que gostasse do local e da companhia, por vezes era obrigado a abandonar o local por iniciativa própria, sem pedir qualquer satisfação a ninguém (pois não tinha esse direito) sempre que alguma situação não me agradava ou por vezes até me magoava… No entanto nunca ninguém entre os presentes se lembrou que uma simples palavra pode magoar mais do que um soco bem dado! Sempre fui apologista do “NÃO ESTÁS BEM, MUDA-TE!” mais para mim do que para os outros. Daí que por vezes preferia levantar-me e sair…

A nova lei, citando, «Aprova normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do seu consumo.»

É esta é a apresentação da Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto, que qualquer pessoa que queira discutir o tema, creio que tenha conhecimento.

Ela que contém diversos artigos, números e alíneas. Entre os quais, não apenas aqueles que dão razão aos fumadores passivos no que respeita a quem não querer aguentar involuntariamente o fumo de quem quer «conscientemente envenenar-se».

No entanto a mesma lei também define, legislando portanto, sem discriminação ou preconceito (ao contrário do que alguns pensam) os locais onde qualquer fumador que queira «conscientemente envenenar-se» sem prejudicar ilegalmente os restantes, usando apenas e só, espaços não fechados ou espaços que, mesmo fechados, tenham as devidas condições:

Cito:

5 — (…)

a) Estejam devidamente sinalizadas, com afixação de dísticos em locais visíveis, nos termos do disposto no artigo 6.º;

b) Sejam separadas fisicamente das restantes instalações, ou disponham de dispositivo de ventilação, ou qualquer outro, desde que autónomo, que evite que o fumo se espalhe às áreas contíguas;

c) Seja garantida a ventilação directa para o exterior através de sistema de extracção de ar que proteja dos efeitos do fumo os trabalhadores e os clientes não fumadores.

6 — Nos locais mencionados na alínea q) do n.º 1 do artigo anterior com área destinada ao público inferior a 100 m2, o proprietário pode optar por estabelecer a permissão de fumar desde que obedeça aos requisitos mencionados nas alíneas a), b) e c) do número anterior.

Segunda parte:

Um amigo meu disse-me: «Pelos vistos achas que toda a gente deveria sujeitar-se ao fumo.» Nunca disse tal coisa!

E também que «Que fique bem claro: tu fumas PORQUE QUERES e porque não tens força de vontade para mudar isso mas todos respiram porque é uma necessidade…»

Esquecendo o tom de arrogância dessa afirmação, não fumo porque quero, fumo porque sinto necessidade disso, não me peçam para explicar uma coisa que nunca irão perceber pois quem não é fumador dificilmente o compreenderá. E mesmo os ex-fumadores, alguns voltam a fumar outros felizmente conseguem largar o vício, deixo-lhes os meus parabéns, no entanto, penso que, usufruindo da mesma liberdade de expressão que o meu colega que citei anteriormente, também posso afirmar QUE FIQUE BEM CLARO, TODOS SOMOS DIFERENTES E O QUE UNS CONSEGUEM; OUTROS PODEM NÃO CONSEGUIR e acho extremamente estúpido, rebaixante e discriminatório pessoas que não têm legitimidade para falar sobre um assunto delicado como este, se achem sabedoras ao ponto de poderem afirmar certo tipo de coisas… No máximo podem dar a sua opinião, nunca afirmar convictamente que as coisas são assim.

PS – Não creio que essas pessoas tenham mais conhecimentos na área da saúde do que a minha médica de família, que me disse o seguinte: enquanto você não sair da situação em que se encontra (assunto estritamente pessoal) você não vão conseguir deixar de fumar… Eu mesmo assim tentei, mas depois de gastar mais de 100 EUR a coisa não passou de seis meses! :(

Abraços!

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Vacina da Gripe A administrada em Grávidas

vacinaComeço por dizer que não sou médico nem enfermeiro, nem tenho qualquer espécie de cargo como profissional de saúde. No entanto como cidadão creio que posso opinar sobre um tema que está a causar muita controvérsia entre a população portuguesa. Nomeadamente no que respeita à administração da vacina contra o vírus H1N1 em grávidas.

Numa breve pesquisa na Internet não encontrei nenhuma entidade credível com argumentos que me convencessem que a vacina contra a Gripe A (Pandemrix) era mesmo eficaz e por isso poderia ser administrada sem problemas em todos os chamados grupos de risco. Portanto não acho  normal que as pessoas, sendo elas grupos de risco, tenham de ser usadas como cobaias para ver se realmente a vacina funciona ou não, pior ainda é faze-lo em colocando ao mesmo tempo duas (ou mais) vidas em risco com cada vacina administrada.

Recentemente uma grávida de 34 semanas deu à luz um feto já sem vida, dias depois de ter sido vacinada contra a Gripe A. Vários responsáveis de saúde e obstetrícia dizem que não há qualquer relação causa/efeito que aponte que a situação se deu devido à vacina tomada. Acrescentando ainda que ocorrem cerca de 300 casos desses em Portugal o que daria uma média de praticamente um por dia.

Dois dias depois, segundo o jornal Público, há um segundo caso idêntico, e se por um lado, tendo em conta a média que referi acima, seria um dado normal, por outro surge a pergunta: E se não tivesse sido vacinada  teria acontecido, ou simplesmente não teria sido notícia?…

Este segundo caso veio aquecer ainda mais a discussão sobre este tema assim como aumentar a preocupação das grávidas e familiares que simplesmente não sabem se devem ou não aceitar a dita vacina.

Consegui também recolher comentários que afirmam que «O esqualeno torna o sistema imunitário super-activo e, portanto, pode atacar o feto.» Além disso, numa pesquisa um nadinha mais exaustiva, facilmente se encontra mais informação relativa à eficácia desta vacina. Por exemplo numa pequena visita ao blog “o que não se sabe” onde encontramos a informação já seleccionada, comentada e os respectivos links fonte. Já para não falar de histórias mais chocantes as quais não tive oportunidade de verificar a sua veracidade.

Num cenário desta natureza é quase caso para dizer, se não morrerem da doença morrem da cura! Eu é que não a tomo – dizem os médicos!

Na minha opinião e, face à quantidade de casos que têm surgido e não é só em Portugal, uma vez que não está provada a eficácia desta vacina, ela deveria ser imediatamente suspensa, da mesma forma como não foi sequer autorizada por exemplo nos EUA e na Espanha! Será que algum dia Portugal vai aprender alguma coisa com outros os países mais desenvolvidos?…

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Uma visão com acção pode mudar o mundo

Alguém ainda consegue alegar, tal como eu já vi, que o caso do post anterior é apenas e só um de vários casos? Então que fiquem quietos e deixem morrer o mundo lentamente…

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