Um feliz Natal para todos são os votos deste camarada amigo! Nesta quadra façam muito amor e poucas asneiras… sejam felizes!
Um feliz Natal para todos são os votos deste camarada amigo! Nesta quadra façam muito amor e poucas asneiras… sejam felizes!
Há tanto tempo que não escrevo que vou ver se ainda o sei fazer. Sei que não são muitos os meus leitores mas os poucos que cá passam merecem um pedido de desculpas da minha parte. Por vários motivos, desde trabalho a problemas com 0 computador, foi impossível publicar o que quer que seja aqui no blogue.
Desculpas pedidas vamos ao que interessa. Consegui “ver-me livre” do trabalho durante grande parte deste fim-de-semana prolongado e logo aproveitei para fazer coisas que não fazia há mais de dois meses. Uma dessas coisas foi escrever aqui. Além disso descobri que o meu portátil gostou do descanso que lhe dei e voltou a funcionar normalmente (não sei por quanto tempo) não havendo a necessidade de, neste momento, o ter ligado a um monitor externo.
Muita coisa se passou durante estes dois meses de ausência de textos. Gostava de ter partilhado com vocês a minha singela opinião sobre esses assuntos mas como não o pude fazer fico-me agora por algumas palavras sobre assuntos actuais, deixando a promessa de tentar ser mais regular de hoje em diante.
Vamos começar pelo fim (pode parecer estranho mas tinha de começar por algum lado). No momento em que escrevo está a dar na SIC a edição 2010 do programa Ídolos. Nunca fui muito apreciador do mesmo mas também não é programa a que eu não consiga ver. Para começar acho o nome do programa exagerado, principalmente quando é associado à expressão «o novo ídolo de Portugal». Não compreendo como é que se pode chamar Ídolo a uma pessoa que até tem jeito para cantar…
Em segundo lugar acho divertido, anedótico, engraçado, humorístico, enfim – chame-lhe cada um o que achar melhor – a produção do programa continuar a usar os chamados cromos para animar o programa e assim atrair mais audiências, tanto é que já ouvi dizer que a produção da OT (Operação Triunfo) na televisão pública também resolveu fazer o mesmo, não sei se é verdade ou não pois ainda não vi. Do outro lado do barco por assim dizer, acho ridículo depois de tantas edições, continuarem a participar nos castings pessoas que estão para a música tal como um arquitecto está para guardar ovelhas e continuam a fazer gratuitamente figurinhas tristes/hilariantes, que logo a televisão aproveita, servindo-se delas em proveito próprio.
Recuando um pouco, uma das coisas que (como sempre) tem dado que falar é o Orçamento do Estado 2011 e as medidas de austeridade tomadas pelo governo de José Sócrates a fim de evitar que daqui a não muito tempo o nosso país se visse grego para comprar comida. Muito rapidamente gostava de referir alguns pontos com os quais concordo:
O Ídolos parece que está a terminar, neste momento canta a concorrente que ficou de fora dos 13 seleccionados. A miúda até parecia simpática, deve estar triste! Eu até preferia vê-la a ela do que ao “puto”. Que me perdoe o Nemias mas eu não tenho culpa, gosto mais de mulheres lol
E assim termino, até um dia destes.
Não sei se fui o único a achar a sentença do processo Casa Pia, onde um dos acusados era o ex-apresentador de televisão Carlos Cruz, uma espécie de prémio de consolação, algo feito forçadamente porque tinha de sair alguma coisa dali. Como se, depois de tantos anos durante os quais este processo se arrastou, ninguém fosse condenado, fosse uma vergonha para a justiça portuguesa.
Pessoalmente custa-me acreditar que Carlos Cruz esteja mesmo envolvido nos actos pelos quais acaba de ser condenado. Conheço este senhor desde o histórico programa 123, concurso que eu não perdia nem por nada e vibrava mal começava o genérico. Tempos de criança…
Para além da simpatia que nutro desde criança por esta pessoa tive a oportunidade de acompanhar o seu discurso após a audiência. Confesso que notei alguma sinceridade nas suas palavras. Se fosse um actor talvez não devesse dar muita importância a isso mas que eu saiba Carlos Cruz nunca foi, pelo menos, um grande actor!
A isso acrescento ainda um dado muito mais importante para acreditar que o homem pode mesmo estar inocente. Carlos cruz fala em factos, apresenta provas, uma visita ao site onde pretende colocar as «provas da verdade» sobre este processo em que foi acusado, podem ler-se alguns desses factos, desde informações contraditórias prestadas pelas testemunhas a comprovativos do cartão VISA do acusado.
Espero que encontrem o site online pois o mesmo esteve inacessível pelo menos algumas horas durante o dia de ontem, possivelmente devido a excesso de tráfego chegando mesmo a apresentar uma mensagem de conta suspensa por volta das 23H, como podem ver na imagem.
Penso que ninguém tem dúvidas que este processo não acaba aqui, muitos recursos ainda virão e muita tinta há-de ainda correr. Aliás estranho a forma vitoriosa como alguns dos rapazes envolvidos até agora anónimos, resolveram dar a cara e manifestar o seu contentamento perante as câmaras de televisão após a sentença proferida ontem (dia 3) pela Juíza do processo. Não quero com isto dizer que não seja uma etapa ganha para eles, estranho apenas o facto de se aclamar uma vitória num jogo que ainda está praticamente no intervalo.
A ver vamos, este caso já ninguém aguenta ouvir falar nele, é bom que fique resolvido de uma vez, mas com a verdade pois uma condenação injusta não deve ser coisa boa para ninguém, nem vem nada a calhar dada a imagem que o nosso país tem passado para o exterior nos últimos anos.
Segundo a revista Visão, esta semana foi divulgada uma lista das participações mais estranhas às seguradores do conhecido telefone a Apple – o iPhone.
As 10 participações mais estranhas comentadas ou explicadas ao pormenor:
Instalei-lhe uma aplicação que calcula a velocidade a que o aparelho se desloca, a ideia era saber que velocidade ele atingiria em queda livre do balão até ao chão. O problema é que nunca mais o encontrei!
Para dizer a verdade não foi só o iPhone que me caiu, caiu-me tudo. Só recuperei as ideias quando cheguei cá abaixo!
O meu filho pediu-me para jogar ténis-de-mesa com ele, eu pensei que ele conhecia um jogo desses para iPhone mas o que ele fez mesmo foi usa-lo como raquete.
Por favor não liguem para mim, com o toque por vibração o castelo vai rachar e cair, depois os miúdos ficam tristes…
Estava a abrir um buraco no jardim quando ele me caiu lá dentro, ainda pensei em apanha-lo mas achei que poderia nascer ali uma macieira da Apple e um dia vender maçãs a 1300 EUR cada. Tenho-o regado todos os dias!
Não imaginam o quanto me estava a apetecer beber um chazinho de maçã. Mas não é que não tinha maçãs em casa!…
iPhone com puré de batata. Uma das delícias da tecnologia!
Não foi boa ideia colocar aquela foto de um osso como imagem de fundo…
Tinha acabado de escolher a carne para o jantar, enquanto fui buscar a panela uma amiga ligou-me. As radiações fizeram com que se desse um rápido processo de descongelação do frango que logo derramou aquele liquido desmaiado para o telefone ali mesmo ao lado.
A culpa é do fabricante, fazem estes aparelhos cada vez mais leves, não é que mal abri o vidro ele saiu disparado por uma brecha de 1 cm?
E você, quer ganhar um iPhone?
Segundo a TVI existem estudantes nos EUA que acham que Beethoven é apenas um cão, aquele dos filmes. Esta afirmação resulta de um estudo feito com o objectivo de provar que as referências culturais vão-se perdendo com os anos.
No artigo são referidos também outros exemplos: «para quem nasceu em 1980, só houve um Papa (João Paulo II) e Mike Tyson foi «sempre um delinquente», nunca chegou a ser figura do boxe mundialmente conhecida. Os de 1981 não sabem que a Jugoslávia existiu e os que nasceram em 1984 desconhecem o que é o «apartheid».»
Existem várias razões que podem contribuir para isto. Na minha opinião uma das principais é que inevitavelmente o livro da cultura, com o passar dos anos, fica cada vez mais “gordo”! Portanto é natural que seja cada vez mais complicado encontrar pessoas que saibam tanto da “cultura do passado” como as que viveram mais perto dos acontecimentos, numa altura em que o livro era mais fino.
As pessoas hoje em dia estão (e devem estar) mais preocupadas com o futuro do que com o que se passou há uma série de anos. E cada vez mais será assim. Não acredito que as pessoas sejam capazes de memorizar todo o conhecimento (sem esquecer nada ao longo dos anos) que adquiriram até hoje somando-lhe o muito que ainda terão que adquirir ao longo das suas vidas.