São três termos que me levaram a escrever este texto. Além de ter os meus sites na Internet, entre os quais este e outros blogues, e muitos mais que aí vêm, fui convidado não há muito tempo para escrever num blog sobre um dos melhores clubes da actualidade, o FC Porto.
Tanto nos comentários aos meus textos como em outros blogues sobre o mesmo assunto, mesmo que de outros clubes, tenho reparado que existe uma certa clubite por parte dos leitores e alguns editores desses blogues. Na minha modesta opinião não creio que isso seja benéfico para o conceito de adepto de um clube. Penso que as pessoas devem ser realistas, honestas e racionais no que respeita às suas opiniões.
Nos mesmos comentários denota-se a antipatia das pessoas que não têm “fruta” nem chocolates suficientes para assinarem as suas opiniões mesmo que por vezes com alguma razão no que escrevem… Não entendo porquê pois já há muito tempo que assumi a minha verdadeira identidade na Internet e não a escondo de ninguém. Para mim o tempo do IRC onde se engatavam “gajas” que por vezes eram “gajos” já lá vai há uns bons anos, de maneira que a infantilidade de certas atitudes para mim já me causa alguma confusão!
Por último, dizem que os virginianos têm a mania da perfeição, uma coisa é certa (ou estranha) isso nem sempre acontece comigo, pelo menos nas minhas actividades lúdicas. Gosto de ser perfeccionista no meu trabalho e que o cliente fique contente, mas no lazer não tomo isso com tanto afinco. De maneira que esse facto me causou algum transtorno (diga-se com razão) quando por lapso de memória ou simples distracção, num dos meus textos referi uma coisa que não era verdadeira. Imediatamente após ter sido reportado o erro editei o texto corrigindo a situação. Penso que não haveria outra forma de o fazer uma vez que o erro ja estava feito.
Clubite, antipatia e perfeição – três termos completamente diferentes mas que se ligaram num só texto não maior do que este post…
O documentário emitido hoje pela TVI conclui, com base nos factos apresentados ao longo do mesmo, que a pequena Maddynão foi raptada, dando mesmo a certeza que a menina terá morrido no apartamento da Praia da Luz. Pôde ver-se que (segundo especialistas) por exemplo não foi forçada a fechadura da porta nem a janela principal do apartamento, e não foram encontradas quaisquer impressões digitais a não ser as da Senhora McCan que aponta no sentido de que foi ela mesma a abrir a janela do quarto dos miúdos. O que indica que a janela à partida foi aberta pela mãe.
O documentário conclui também que naquele dia 3 de Maio de 2007 não havia sinais de arrastamento no apartamento e pela simulação feita foi concluído que era impossível alguém sair sozinho pela janela com uma criança ao colo, sem deixar qualquer rasto. À partida o possível raptor poderia ter usado luvas mas mesmo assim continua a ser impossível fisicamente sair através daquela janela levando uma criança nos braços (pelo menos sem a deixar cair digo eu).
Outro dos factos ao qual foi dada muita importância foi ao facto de terem sido usados cães treinados que detectam odor a cadáver, que nunca falharam em mais de 200 casos, tendo estes animais encontrado com certeza absoluta vestígios de sangue atrás de um sofá e odores no carro, no peluche e na roupa de Kate… Mas eu pergunto, porque não encontraram na roupa do pai? Não teria sido ele a desfazer-se do corpo da criança?
Com todos estes factos e muitos outros referidos no documentário, comentados por um ex-coordenador da PJ, o documentário termina a dizer que perante isto há hipótese de que Madeleine McCann terá morrido depois de acordar de noite, levantar-se, dirigir-se ao sofá que estava perto de uma janela, podendo ter caído entre este e a parede e batido com a cabeça. Sendo que última frase que ouvi foi a que mais me ficou presente, Madeleine era uma criança Feliz! Será que um dia será feita justiça neste misterioso caso? Eram bom que sim…
Já há algum tempo que gostava de escrever sobre este assunto. SPAM, mas como o tempo às vezes é pouco aproveito agora que um camarada meu redigiu um bom texto, com o qual eu não só concordo como assino por baixo, aqui fica um excerto:
«…ou a pedir ajuda para encontrar um menino desaparecido ou ainda a avisar da existência de um vírus que não só nos derrete o computador (que escorre depois pelas portas USB) e que, ainda por cima, nos faz sócios do Benfica? Podem pensar que reencaminhar essas mensagens para todos os vossos contactos vos dispensa automaticamente de, nesse dia, ajudarem aquela velhinha a atravessar a rua mas, na verdade, apenas estão a contribuir para engrossar as estatísticas de SPAM.»
Vejam uma explicação mais detalhada no blog do Katano, um autentico Serviço Público.
Este vídeo, a ver pela data que consta no youtube, já tem quase dois anos mas apenas há momentos tive a oportunidade de o ver. E de facto foi coisa que me sensibilizou bastante! Aqui fica para quem não conhece:
Ao mesmo tempo reportavam na RTP1 uma iniciatica para sensibilizar também as pessoas de tudo o que poderia acontecer em apenas um minuto. A iniciativa consiste em ficar “congelado” durante um minuto e sentir que, segundo a segunto, afinal um minuto é muito tempo, tentando explicar depois que naquele minuto muita coisa tinha acontecido no mundo, por exemplo, o número de pessoas que tinham contraído a SIDA, o número de crianças que acabaram de morrer à fome, etc. Não me recordo dos números mas posso dizer que são grandes. É de facto Sensibilizador!
Acabei de ouvir esta frase numa reportagem da RTP, foi nesse momento que comecei a escrever este artigo. Realmente não podia ser mais verdade, a crise não é mesmo para todos! Existem várias pessoas a dizer o mesmo e as que mais o dizem são aquelas a quem a crise chega com mais gravidade.
Algumas até, visivelmente indignadas com o facto da crise não chegar a todos, nomeadamente a quem lhes provocou toda esta crise, os patrões, os políticos, todos os altos cargos que serviram para muita gente amealhar milhões de euros ao longo destes anos. Um dia o dinheiro havia de acabar! Todos esses não estão nem irão estar em crise pois grande parte do dinheiro que falta actualmente a muita gente, está no bolso dessas pessoas.
Uma outra parte foi gasta em infra-estruturas, necessárias ou não, todas elas foram feitas e continua-se a projectar ainda mais. Dou o exemplo das Scut, as chamadas autoestradas sem custos para o utilizador, que foram feitas num momento em que o país podia suportar esse método, neste momento parece-me ter sido um erro, um erro que pode ser corrigido… colocando portagens para tentar reaver algum desse dinheiro gasto, já que não é possível ir buscá-lo ao bolso dos senhores das concessionárias que receberam e continuam a receber milhões de euros do estado português.
Podia alongar-me com mais exemplos mas já dá para ter uma ideia e acho que não vale a pena falar nos buracos financeiros provocados por alguns senhores que eram donos de uns bancos…
Para terminar deixo a minha opinião apenas numa frase, a crise só vai terminar de uma vez por todas quando as pessoas souberem repartir o dinheiro pelos outros, em vez de o amealharem (ou seria mais correcto dizer roubarem?) uns aos outros! Eu até lá, tal como vocês, vou ter de continuar a pagar os meus impostos.