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Resposta a um comentário no vedetadabola.blogspot.com
Penso que seria desnecessário para alguém que usa uma linguagem “euromilionária” nos seus textos como o senhor o começou a fazer neste momento, não sei se por necessidade de se impor de alguma forma perante alguém, na falta de outros argumentos, se por mera coincidência, mas aqui fica a definição de ironia:
Figura de retórica que exprime o contrário do que as palavras significam e que serve para depreciar ou engrandecer. (in priberam.com)
Como vê não existe qualquer referência à clareza da linguagem (que por sinal o seu comentário fica um pouco desprovido ao usar um certo nível de linguagem, quando lido por gente com menos, ou não, nível que o seu), muito menos (e esta seria a mais estúpida das relações) referência ao raciocínio desprovido de apuro do senhor presidente do FC Porto, que não é para aqui chamado, a não ser por desespero e necessidade de argumentar algo de forma fútil e pouco raciocinada.
Sim, perdoo-lhe a ousadia que fala, a de demorar na resposta, a de já ter ido pesquisar o meu apelido (que apesar de estar incluído no nickname não é habitual o perceberem) e outras que possam vir, apenas não perdoo faltas de respeito, mas não creio que o senhor o fará vendo pelo nível de linguagem que usa?… Mas também não concordo que se dirija a alguém que não conhece, afirmando que essa pessoa possa ser acólita do que quer que seja e usando isso como argumento, quando na realidade isso não é verdade nem nunca o há-de ser.
Obviamente sem ironia, e convém dizer pois a minha linguagem poderá não suficientemente clara para a sua pessoa, também lhe desejo um óptimo fim-de-semana.
Para quem quiser ver a restante discusão aqui fica o link, mas aviso já que não é facil falar com benfiquistas cinéfalomaniacos, estúpidos e ao que parecem, burros! Pois insistem em afirmar uma coisa que o tópico do proprio blog contraria, basta olharem para a «classificação real» aí obtida!
Dizem que é uma espécie de…
P(ita)eixeirada! Ou será mercado do bolhão versão Pitas?
Há momentos numa googlada sobre… já nem me lembro o quê depois de assistir a isto, encontrei uma espécie de trailler da série morangos, estes devem ser mesmo sem açucar e já há algum tempo fora do frigorífico!… Mas é melhor verem: Pitas a discutir, morangos sem açucar? lol
Confesso que até fiquei com pena da pequena de top amarelo (?)
Tagged adolescentes, educação nas escolas, namorado, peixeirada, pitas
Rita Pereira diz que Angélico a inspira
Mas não será mais o inverso?!
Li por aí na internet que Rita Pereira afirma o seguinte, passo a citar, “O Angélico inspira-me, pois ele não cantava, apenas ‘rappava’. Durante quatro anos batalhou imenso com muitas aulas de canto e agora tem um disco só dele. E é ele que canta, não as máquinas”, conta a actriz que, “Isso leva-me a acreditar que vou conseguir cantar e ter sucesso neste musical.”
E quantos de vocês não se sentem inspirados com uma musa destas?!
PS – Peço desculpa se a foto tem direitos, mas é que encontrei-a na internet sem qualquer referência ao autor…
Tagged musa inspiradora, rita pereira
Toda a verdade sobre o dígito solitário do BI
Finalmente alguém se deu ao trabalho de nos explicar detalhadamente como funciona o tal dígito suplementar do nosso número de BI. Ao contrário do que muita gente pensa, não representa o número de pessoas com nome igual a um determinado cidadão, mas sim, como é comum em números de identificação (ou outros códigos nos quais é crucial não haver erros), de um dígito de controlo através do qual se consegue saber, mediante um algoritmo, se o número é válido ou não. Obrigado Katano!
Tagged algoritmo, BI, digito de controlo, números
A vida é dura: emprego, trabalho e agricultura
Para quem mora na cidade e não tem sequer um quintal para plantar cebolas isto não se aplica, essas pessoas são obrigadas a comprar tudo no super-mercado e às vezes sem saber de onde vem nem que produtos foram usados no seu tratamento contra infestantes. Mas no meu caso, aldeão de gema, natural da aldeia pois nem ao hospital fui nascer, as coisas funcionam de forma diferente. Aqui só se compra aquilo que não se produz.
Hoje em dia, mais na aldeia como já referi antes, poucos são aqueles que para além do seu trabalho normal, vulgo emprego, não são obrigados a realizar outras tarefas adicionais nos tempos livres, nas férias, ao fim do trabalho ou até mesmo, em vez do trabalho se for patrão de si próprio como é o meu caso.
Há praticamente duas semanas que os meus procedimentos mais habituais não têm sido os mesmos. Tais como ligar o portátil, aceder à internet, ver as dezenas de e-mails que recebo por dia, ver os meus blogues e outros sites, actualizar, ver se existe algum problema com algum site de um cliente na questão de dominio ou alojamento, etc., mas sim estragar as mãos (coisa que muita gente tem pavor em fazer) sendo elas por exemplo ajudar nas vindimas, no fazer do vinho, nas desfolhadas, e no semear das terras depois de colher o milho. Estive algum tempo sem o fazer mas felizmente já voltei a ter algum calo nas mãos o que me ajuda bastante, se quiserem saber porquê peguem numa ferramenta com cabo (ex. enchada), durante uma tarde sempre a trabalhar sem ter calo nas mãos e vejam o resultado… lol
Bom, felizmente a coisa está agora a acalmar, o vinho ja está nas pipas, o milho praticamente todo guardado, as terras algumas já estão semeadas novamente, apenas faltam algumas, nada que não se faça com um pouco de vontade e um tractor agricola para ajudar.
Em breve tudo regressa à normalidade onde apenas uma coisa me vai preocupar, ir ao campo de vez em quando buscar comida para o gado pois sou o unico que pega no tractor aqui em casa…
Tagged emprego, trabalho agricultura, vida dura


